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Classe C já é maioria na rede

Para isto, precisamos saber o perfil do internauta para o qual estamos fazendo um website. Mas você saberia responder – agora – qual é o perfil dos usuários de internet no Brasil?

Veja estes dados sobre a ascensão da chamada “classe média brasileira”:

Estima-se que, nos últimos três anos, 45 milhões de pessoas da classe C tenham passado a acessar a rede, a maior migração já vista em direção a uma única mídia desde a chegada da televisão ao país, nos anos 50. Anotou aí: de 2007 a 2010, 45 milhões de pessoas da classe C entraram na internet. Dos 28 milhões de lares que possuem computadores, 63% são da classe C – também chamada de nova classe média digital – enquanto 23% pertencem à classe A e B e 14% à classe D.

O número de desktops presentes nos lares dessa faixa da população cresceu 15% entre 2006 e 2009. Já em 2010, dos 3,7 milhões de pessoas que pretendem comprar um computador, 57% pertencem às classes emergentes. Segundo os dados de vendas já realizadas, nove em cada dez computadores estão sendo adquiridos por essas classes.

Desktop supera o celular na preferência da Classe C

Um estudo da agência marketing digital Razorfish – feito em parceria com o portal Terra – indica que 66% da classe C brasileira já têm aparelhos que conseguem acessar a Internet.

Dado importantíssimo para os web designers e que destrói alguns mitos: os desktops são encontrados em 40% dos lares da classe C. Em segundo lugar na preferência destes usuários vêm os celulares, com 23%. O laptop aparece em terceiro, com apenas 3%.

O número de pessoas da classe C que acessam a internet, por meio dos diversos dispositivos, cresceu 44% no período. Em 2006, 65% dos usuários de internet no Brasil pertenciam às classes A e B. 29% eram da classe C. No ano passado, essa diferença diminuiu significativamente. As classes A e B passaram a responder por 50% do total de acessos, contra 42% da classe C.

Banda larga ganha força

No início deste ano, a Telefônica lançou uma série de planos de banda larga voltados para a classe C. Oferecidos a menos de 30 reais por mês por 1 mega de velocidade, eles foram os principais responsáveis pelo crescimento de 70% do Speedy, o maior índice da última década. O volume de consumidores desse extrato social que migram para planos mais caros vem surpreendendo. De acordo com pessoas próximas à operadora, de janeiro para cá, mais de 30% deles adquiriram banda larga com o dobro de velocidade – e, obviamente, com preço mais alto (oficialmente, a empresa não confirma a informação).

[Fontes: Revista Exame / IDG Now]

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Paz

J Paz Filho - Sou jornalista, trabalho na produção de conteúdo editorial e na criação, desenvolvimento e manutenção de websites - incluindo e-commerce. Tenho especialização em design gráfico na Unisinos e já fui editor de mais de uma dezena de jornais e revistas especializados. Faça um orçamento enviando uma mensagem no contato; ou por email.