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O que o cliente realmente quer?

Depois de muitas reuniões e troca de emails você apresenta o projeto ao cliente. Parece que tudo vai ser tranquilo. De repente ele liga e diz que não era exatamente o que estava pensando.

Bom, o problema pode estar com ele, com você ou com ambos. O certo é que em algum lugar deste caminho houve um ruído. Mesmo um freelancer experiente pode ficar confuso ou frustrado quando o cliente diz que o projeto necessita de alguns ajustes – ou pior: que não está bom.

Nesta hora é preciso manter a calma. Raramente um trabalho vai ficar “perfeito” da primeira vez. Talvez a melhor atitude em relação a isso seja você explicar, logo no início, que esta primeira apresentação é apenas o início de um processo que vai ser aprimorado depois.

Se o cliente tiver alguma experiência na área de comunicação as coisas podem ficar mais fáceis. Mas é preciso estar preparado também se ele resolver contratar um novo freelancer, mesmo com a apresentação dos seus argumentos.

Transparência

Muitos clientes não conseguem articular os seus desejos. É neste momento que o frila deve mostrar claramente que o seu trabalho é exatamente este: o de interpretação (e execução). Da mesma forma, nunca é demais você ficar aberto a várias rodadas de negociações, ajustando os valores, se for necessário, para manter a confiança do cliente.

O que o cliente quer?

Tente obter o maior número de informações possíveis. Qual o objetivo do site? Quais são os produtos ou serviços? Qual é o público-alvo? Uma ótima fonte de informações é pedir ao cliente para que ele relacione uma lista de sites de que ele gosta, especialmente se forem de empresas concorrentes.

Como buscar a informação

O pior cenário acontece quando um cliente não oferece nenhuma “pista”. É sempre bom lembrar que um trabalho de criação de websites não é um jogo de adivinhações, mas de troca de informações, de parceria.

A solução para este caso pode ser apresentar algum questionário que estimule o cliente a dizer algo sobre a sua empresa, seus concorrentes e até seus gostos pessoais. A apresentação de alguns modelos de layout também pode ser útil.

Quem decide?

Um item que pode causar vários problemas é a falta de uma pessoa, dentro da empresa (ou organização), que seja responsável pela tomada de decisões. Quando existe um setor especializado, isso quase não ocorre. Mas ainda existem empresas que rejeitam às decisões dos profissionais da área de comunicação.

Aí as discussões passam para o terreno do gosto pessoal – fugindo do principal objetivo de qualquer trabalho em web design: a comunicação eficiente com o usuário final.

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Paz

J Paz Filho - Sou jornalista, trabalho na produção de conteúdo editorial e na criação, desenvolvimento e manutenção de websites - incluindo e-commerce. Tenho especialização em design gráfico na Unisinos e já fui editor de mais de uma dezena de jornais e revistas especializados. Faça um orçamento enviando uma mensagem no contato; ou por email.