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Quem vai substituir o Twitter?

A tv brasileira tem 60 anos, o rádio 88, e o jornal completa 202 anos. A internet no Brasil não passa dos 15 anos – considerando uma estrutura mínima necessária para a navegação. Isso pode parecer uma eternidade para uma geração que já pegou tudo pronto, mas não representa quase nada para a evolução de uma mídia.

Meu primeiro modem tinha risíveis 14.400 bips (com “p”, mesmo). Numa precaríssima conexão discada. O que seria isso hoje se comparado à média atual de 1 Mbps de conexão? (Procurei no Google e nem consegui achar, mas posso dizer que abrir uma página com mais de duas imagens de tamanho médio já era um parto).

Por isso, quando lançaram um modem com a “incrível” velocidade de 56K, em 1998, se dizia que era impossível se quebrar esta barreira. Hoje, pelo mesmo preço que eu pagava por uma conexão com esta velocidade, eu posso navegar a 10Mbps.

Você se lembra?

Quando surgiu o email (zipmail, bolmail) era difícil se acreditar que a internet avançaria muito mais. E quando o Jornal do Brasil (e não a Folha de SP) lançou o primeiro jornal online brasileiro nada seria melhor do que ler as notícias em tempo real.

Com o Orkut a mesma coisa, até que ele acabou perdendo seu charme (e a sua audiência) para o Twitter e o Facebook. Até o Google (sempre ele) já lançou seu twitter, o Wave e o Yahoo o Meme.

Assim, não é improvável que as redes sociais também passem por grandes transformações daqui para frente. Ou até mesmo percam a sua importância atual.

Alguns especialistas em comunicação digital já apostam que a próxima revolução vai se dar no campo das novas mídias. Leia-se: iPod, smartphones, e-readers, telas digitais flexíveis e conexão de internet através das grandes telas de lcd (Google TV). Para isso, seria necessário a criação de novas ferramentas multimídia, com mais recursos e qualidade do que o YouTube, por exemplo.

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Paz

J Paz Filho - Sou jornalista, trabalho na produção de conteúdo editorial e na criação, desenvolvimento e manutenção de websites - incluindo e-commerce. Tenho especialização em design gráfico na Unisinos e já fui editor de mais de uma dezena de jornais e revistas especializados. Faça um orçamento enviando uma mensagem no contato; ou por email.