A intenção é uma só: ganhar pontos no ranking do Google sem fazer nenhuma força.

É claro que estes “sites” não têm a menor credibilidade, principalmente porque, além da tradução tosca, a farsa é percebida de imediato.

Isso não seria nenhum problema se os mecanismos do Google fossem capaz de filtrar esta tramoia, o que evitaria a poluição nos resultados das pesquisas.

O mais curioso é que até mesmo empresas e instituições conceituadas acreditam em programas de tradução e os utilizam em seus sites.

Veja este exemplo constrangedor, do site do Fluminense, quando resolveu colocar a opção de suas páginas em inglês:

Na seção de ídolos do passado, Branco virou “White”, Amoroso, “Loving” e Pintinho passou a ser o “Chick”.

O site fez também tradução ao pé da letra das posições dos atletas. O meia é chamado “sock” (meia de vestir) e volante, “wheel” (volante de automóvel).

Texto que digitei no Google tradutor:

É fogo. Para estes elementos que literalmente chupam um site inteiro a casa caiu.
Eles estão em maus lençóis. São os muambeiros da internet atual. Querem levar na mão leve o que não é deles.

E o resultado:

It is fire. For those elements that literally suck the entire site a house fell.
They are in dire straits. Muambeiros are the current Internet. Want to take in hand take what is not theirs.