A informação vem do portal Bloomberg News. A GVT, controlada pelo grupo francês Vivendi, poderia ser vendida (através de um leilão), ter negociado parte de seu capital, ou faria uma oferta pública de suas ações na bolsa.

O banco JP Morgan estaria negociando com fundos de investimento a criação de um consórcio para fazer uma proposta pela GVT. Cada fundo participaria com 500 milhões de dólares. Para isso, o Banco teria que encontrar 20 “parceiros”, já que a GVT está avaliada em cerca de 10 bilhões de dólares.

As razões para a venda da GVT não estão muito claras. Segundo o portal Estadão, a Vivendi quer se desfazer de algumas de suas divisões de telecomunicações, pois a empresa consideraria o setor muito arriscado. Em tempo: a Vivendi É uma empresa de telecomunicações.

Mas a razão principal parece ser só uma: “passar nos cobres”, ou seja, os investidores querem faturar. (A GVT foi adquirida pela Vivendi em 2009 por “apenas” 2,9 bilhões de dólares).

A GVT está presente em 120 cidades brasileiras e oferece serviços de telefonia fixa e banda larga por fibra ótica e tv por assinatura.

J Paz Filho

J Paz Filho

Jornalista (PUC) /// Designer (Unisinos) /// Geek /// Produtor de conteúdo editorial ///Websites e e-commerce /// Editor de jornais e revistas
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