Em 2005 2007 o Second Life fazia tanto sucesso como o Facebook faz hoje.

A maioria das tvs, revistas e jornais só falavam nisso. Mas, na vida real, ele foi apenas um fenômeno de mídia. E um grande fracasso entre os usuários.

Em 2007 2009 pouca gente ainda se lembrava dele, e neste mesmo ano o SL fechou as suas portas no Brasil. (O site brasileiro do Second Life foi reaberto)

A ideia não era ruim.

Para quem não conheceu, o Second Life era um programa baseado em um mundo virtual na qual você criava uma persona ou avatar e circulava entre algumas regiões, como um país por exemplo, ou eventos, lojas, etc.

Infelizmente o Second Life ficou perdido entre a sua concepção e o desenho final. A “tosquice” dos avatares era constrangedor. Mas o maior problema ainda era a lentidão, já que a maioria dos usuários brasileiros não dispunha de banda larga.

Empresas acreditaram

Logo após seu lançamento as grandes marcas brasileiras aderiram ao novo mundo “virtual”. Fiat, Bradesco, Sky, empresas de comunicação, todas estavam presentes, além de agências de publicidade e agências especializadas na criação de cenários.

A maioria abandonou o SL.

City of Fear (Cidade do Medo): Rio de Janeiro na visão do SL

Acredite, ele ainda está vivo!

Como num desses filmes de terror no qual as almas penadas vagam sem rumo, o Second Life ainda sobrevive.

Seus avatares ficaram ainda mais bizarros com a passagem do tempo. E se quiser criar um local para dar vida a estes personagens você pode baixar, por exemplo, a Cidade do Medo, uma Rio de Janeiro virtual. Nela é possível assumir o papel de um anjo, um denônio, um caçador, um feiticeiro, um vampiro.

Definitivamente Trash.

J Paz Filho

J Paz Filho

Jornalista (PUC) /// Designer (Unisinos) /// Geek /// Produtor de conteúdo editorial ///Websites e e-commerce /// Editor de jornais e revistas
J Paz Filho